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Postado com tags de ‘Farmácia de Manipulação’

  • Farmácia de Manipulação

    A Melatonina vai muito além de estabilizar o ritmo e a qualidade do sono. Confira!

    - por Pharmaceutical Consultoria

    Quem costuma trazer um carregamento de cápsulas de melatonina toda vez que viaja ao exterior já NÃO precisa mais fazer isso, e pode comemorar: o hormônio foi recentemente liberado pela Anvisa para ser comercializado no Brasil em forma de medicamento manipulado.

    Hormônio do sono agora é achado em farmácias de manipulação e é somente liberado para ser comercializado por elas.

    A melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal, que auxilia os ritmos biológicos, em especial o ciclo do sono e vigília. Em ambientes escuros e calmos, os níveis de melatonina aumentam, melhorando o sono, e é para isso que, normalmente, as pessoas buscam a versão medicamentosa.

    A reposição dessa melatonina, porém, não é necessária na maior parte dos casos. “A melatonina não é um suplemento. É um hormônio natural cuja ausência, redução ou hiperprodução pode provocar alterações no sono, e essas sim precisam ser corrigidas”, diz José Cipolla Neto, pesquisador em neurofisiologia e neuroendocrinologia da Universidade de São Paulo (USP).

    Idosos com Alzheimer, pessoas com espectro de autismo, pacientes com distúrbios metabólicos ou crônicos de sono podem precisar da reposição de melatonina, mas apenas eles.

    O atraso na produção da melatonina ocorre sempre que se deixa alguma luz acesa, ou mesmo pela luz noturna ambiente. Também ocorre quando se usa aparelhos eletrônicos de LED antes de dormir ou se a pessoa precisa tomar um medicamento beta bloqueador.

    A redução na produção da melatonina pelo organismo pode provocar distúrbios de crescimento e até mesmo deficiência insulínica.

    A melatonina vai muito além de estabilizar o ritmo e qualidade do sono, apresenta envolvimento em diversas outras funções fisiológicas e doenças:

    – Autismo: Estudo demonstrou que a suplementação de melatonina em crianças com espectro autista proporcionou aumento da quantidade e da qualidade do sono, com consequente melhoria do comportamento durante o dia;

    – Câncer: Previne o crescimento de tumores, inibindo a proliferação e a capacidade de invasão das células de câncer;

    – Ação antioxidante: A melatonina reduz o estresse oxidativo, através da redução e/ou eliminação de reagentes de oxigênio e nitrogênio produzidos na mitocôndria.

    – Diabetes: Estudo demonstrou uma associação entre a diminuição da secreção de melatonina durante o sono e um risco maior de desenvolvimento para o diabetes tipo 2.

    A Pharmaceutical disponibiliza para as farmácias de manipulação um Guia Completo da Melatonina Manipulada. Inédito e inovador, contém a farmacoténica detalhada das preparações deste hormônio e também disponibiliza um material para divulgar com os médicos e profissionais prescritores. Aliás, consta no material quem pode e quem não pode prescrever e como prescrever. Confira mais detalhes no link. Clique AQUI.

  • Hormônio

    Ter orgasmo e beber vinho trazem mesmo efeito ao corpo; veja

    - por Regis Luiz

    Pesquisadores britânicos da Birmingham University concluíram que ficar apaixonado, ser mãe, ter um cachorro e beber entre um e dois drinques têm muito em comum. Isso porque todos estes itens causam as mesmas sensações no corpo, algumas pelo consumo de álcool, outras porque aumentam a liberação da ocitocina, substância conhecida como “hormônio do amor”.

    Além do bem estar, ela aumenta ainda a confiança, a generosidade e a empatia nas pessoas.

    As maiores concentrações de ocitocina são produzidas na gestação e trabalho de parto , mas o hormônio também é liberado pelo corpo durante o orgasmo, momentos de carinho entre namorados ou com o bicho de estimação. Em todas estas situações, ele produz um bem estar comparado ao efeito do álcool após poucos drinques, como uma ou duas taças de vinho.
    A ocitocina, que em alguns países é vendida em formato de spray nasal, ajuda a relaxar e é usada em momentos de apuros e ansiedade como um primeiro encontro ou entrevista de emprego. No entanto, os especialistas alertam para as formas mais naturais de se atingir estes níveis de bem estar. “Se estiver ansioso para um compromisso, um abraço apertado do parceiro pode ajudar muito”, explica Ian Mitchell, responsável pela pesquisa.
    No entanto, o hormônio tem um lado negro: aumenta o medo do desconhecido e a agressividade. Isso porque o álcool e a ocitocina deixam as pessoas mais relaxadas, reduzem a noção de perigo levando a correr riscos que em outros momentos pareceriam situações improváveis. Toda esta tendência de comportamento pode causar agressividade, arrogância e raiva. Inclusive, os estudiosos concluíram que psicopatas produzem 10 vezes mais este hormônio.
    Mas se estiver pensando que é estranho o mesmo hormônio ser capaz de produzir bem estar, relaxamento instântaneo e também raiva, os médicos esclarecem que esta combinação faz todo sentido já que é a ocitocina que comanda o sentimento de proteção das mães em relação aos filhos, momento que a agressividade entra em ação.
    Eles explicam ainda que estas descobertas são válidas para o uso do hormônio em diversos tratamentos que vão desde a anorexia até o autismo. “Não acho que veremos a ocitocina ser usada socialmente como uma alternativa ao álcool, mas é um fascinante neuroquímico e tem possibilidades reais de ser usado em tratamentos psicológicos e psiquiátricos. Entender como exatamente ele cria e altera o comportamento pode trazer muitos benefícios”, afirma Dr. Steven Gillespie, outro especialista no assunto.
    Com informações portal Terra
  • Farmacotécnica

    O que é Excipiente, veículo e QSP?

    - por Regis Luiz

    Excipiente: substância inerte incorporada como veículo a certos medicamentos.
    Q.S.P.: em Quantidade Suficiente Para… 1g (um grama), por exemplo.
    Veículo: Meio líquido no qual o princípio ativo (PA) está disperso, um xarope é um veículo.
    Princípio Ativo (PA): toda substância existente na composição de um medicamento que é responsável pelo seu efeito terapêutico. Geralmente é utilizado como sinônimo de fármaco, substância ativa e nome genérico.

    (Houaiss)

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